AAPI intensifica ações de prevenção e cuidado com a saúde mental durante o Setembro Amarelo. Neste mês, os funcionários receberão o material da campanha impresso em um papel semente de agrião.
Setembro Amarelo AAPI
Semeie apoio, cultive vida
A campanha parte da metáfora do ciclo de vida: assim como uma semente lançada ao solo encontra solo fértil para germinar, uma conversa, um gesto de cuidado ou um simples “como você está?” pode nutrir e salvar uma vida. Ao imprimir nosso slogan em papel semente, transformamos cada mensagem de conscientização em um convite prático: plante o papel, veja brotar e florescer a esperança que todos precisamos cultivar.
Principais pontos do conceito
• Ação simbólica: o plantio mostra na prática que o apoio não fica no papel, ele cresce.
• Participação ativa: cada pessoa se torna protagonista ao cuidar da própria sementinha.
• Conexão com a natureza: reforça o valor da vida em todas as suas formas, convidando ao acolhimento e à escuta.
Dicas de Prevenção e Autocuidado
Compartilhe sentimentos com pessoas de confiança e escute sem julgamentos
Pratique atividades ao ar livre, leitura ou técnicas de respiração dia após dia
Mantenha rotina regular de sono, alimentação equilibrada e hidratação adequada
Reserve momentos para lazer, hobbies e conexão com a natureza
Busque ajuda profissional se notar angústia persistente ou mudanças bruscas de humor
Outras informações sobre o Setembro Amarelo:
Todos os anos a AAPI participa, seja direta ou indiretamente, de diversas campanhas de conscientização, principalmente as que destacam os cuidados com a saúde ou por mais qualidade de vida.
O mês de setembro, desde 2013, data em que Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, trouxe a campanha Setembro Amarelo para o Brasil, é sempre uma grande oportunidade para falarmos mais sobre saúde mental e prevenção ao suicídio.
De acordo com a Secretaria Nacional de Vigilância em Saúde, entre os anos de 2016 e 2021 houve um aumento de 49,3% nas taxas de mortalidade de adolescentes de 15 a 19 anos, chegando a 6,6 por 100 mil pessoas no Brasil, e um outro aumento de 45% entre os adolescentes de 10 a 14 anos, chegando a 1,33 mortes por cada 100 mil habitantes.
Afinal de contas, qual a melhor abordagem para quem está em risco de suicídio?
Quem explica é a doutora Alexandrina Meleiro, em entrevista ao portal setembroamarelo.com.br
Clique para ouvir a entrevista e mais conteúdos sobre a Campanha Setembro Amarelo 2025:

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